terça-feira, 20 de setembro de 2011

DÉCIMO TERCEIRO ENCONTRO:
TP1: VARIANTES LINGUÍSTICAS - DIALETOS E REGISTROS.
Este nosso encontro foi realizado dia 01/09/2011, na STE da E.M. Profº Eduardo Pereira Calado, das 7:30 às 11:30.
Iniciamos fazendo um apanhado geral do conteúdo desta TP:
  Vimos que:
As incontáveis possibilidades de uso que qualquer língua oferece à comunidade que a usa são a melhor prova de que ela é um sistema, sim, mas aberto e em construção.
A língua apresenta certas regularidades que todo falante deve seguir sob pena de não criar um enunciado reconhecido como da língua e não ser compreendido.
 Tem regularidades, um sistema a ser seguido. Mas, como é um sistema aberto, oferece inúmeras possibilidades de variação de uso:
¢Variantes comuns a um grupo, chamadas Dialetos;
¢Variantes do uso de cada sujeito, chamadas de Idioletos
Os principais Dialetos são: etário ( da criança, do jovem, do adulto); geográfico ou regional (varia de um lugar para outro); gênero ( feminino ou masculino); social (popular ou culto); profissional (varia de acordo com a profissão).
Os dialetos são equivalentes do ponto vista linguístico: nenhum é melhor que o outro. Considerar um superior a outro é um preconceito sem fundamento.
O Idioleto é o conjunto de marcas pessoais de cada indivíduo, como resultante do cruzamento de vários dialetos ( etário, regional, profissional, de gênero, social) que constituem a sua fala.
É PESSOAL E ÚNICO.
Cada uso individual e momentâneo da língua constitui o que chamamos de REGISTRO.
É a variante escolhida pelo sujeito em cada ato específico de comunicação. São basicamente dois: FORMAL e INFORMAL, de acordo com a situação.
NÃO EXISTE REGISTRO CERTO OU ERRADO E SIM ADEQUADO E INADEQUADO
VARIANTES LINGUÍSTICAS:Desfazendo equívocos
Para começar a desfazer esses equívocos pedi que as cursistas respondessem a estas perguntas:
1.Você considera que usa a NORMA CULTA?
2.A forma como você usa a NORMA CULTA já constrangeu você ou seu interlocutor?
3.Como você vê o ensino da NORMA CULTA  a seus alunos?
 COMEÇAMOS A REFLEXÃO, ENTÃO:
¢A norma culta, por ser um dialeto, não é melhor do que os outros;
¢Aprender a norma culta é ter mais uma opção de uso da língua, importante em muitos momentos e ambientes. Quanto mais opções o sujeito tiver de uso da língua, mais ele vai poder atuar na sua comunidade e se desenvolver como cidadão;
¢Ninguém deve ser discriminado por apresentar um comportamento linguístico diferente do outro.  
A norma culta é um dos dialetos definidos por critérios socioculturais. Como para todas as línguas, foi escolhida como Norma Padrão, que é usada nos documentos, sobretudo oficiais, em grande parte da literatura, dos escritos e falas da imprensa. Sua maior característica é a correção pautada na gramática normativa.


 O TEXTO LITERÁRIO: Caracterizando o texto literário
O texto literário caracteriza-se como aquele que apresenta liberdade completa no uso das variantes da língua. O autor pode empregar a norma culta ou o dialeto popular, o registro mais formal ou informal, tudo vai depender de suas intenções, do assunto, do ambiente e dos personagens retratados.
Cada texto literário é que vai criando os limites e adequação de cada escolha do autor.
MODALIDADES DA LÍNGUA
São duas as modalidades da língua: ORAL e ESCRITA. Ambas são igualmente importantes e apresentam as possibilidades de uso, tanto do registro formal como do informal
As duas devem ser trabalhadas na escola: ouvir e falar, ler e escrever, devem ser atividades constantes na sala de aula.
Passamos então à exposição das atividades realizadas em sala de aula, sugeridas no avançando na prática.
Fizemos a leitura do  texto "a outra senhora" (carlos drumond de andrade), sugerido na oficina 1 deste tp, dividi aturma em duplas e resolvemos as questões propostas.
Finalizamos esta parte com exposição e discussão das respostas das duplas.
Para finalizarmos, fez-se avaliação desta oficina, quando pudemos perceber o quanto estamos crescendo nesta caminhada com o gestar. muitas cursista que nunca falavam, hoje participaram, emitiram suas opiniões e falaram de seus alunos e de suas dificuldades.
ESPERO QUE TODOS CRESÇAMOS MUITO MAIS ATÉ O FINAL.
ATÉ A PRÓXIMA!!!!
                                                   ANDREA DE OLIVEIRA ARAUJO

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

DÉCIMO SEGUNDO ENCONTRO - TP 6: O processo de produção textual-Revisão e Edição\Literatura para adolescentes.
Iniciamos nosso encontro às 7:00hs do dia 18\08\2011, no auditório da E.M.Profº Eduardo Pereira Calado.
Assistimos a algumas mensagens que nos fizeram pensar sobre nossas práticas pedagógicas. Em seguida passamos ao estudo da unid. 23 ( O processo de produção textual: revisão e edição) no qual fizemos pudemos ver que:
Ao elaborarmos um texto percorremos algumas etapas, tais como: planejar, escrever, revisar e editar. Na revisão o escritor faz uma atenta leitura do que foi produzido, relacionando o resultado esperado com o obtido, é nessa etapa que o autor-escritor vai se distanciando da obra e reaproxima-se novamente na condição de leitor, para assim decidir se o texto produzido pode ser lido e compreendido por outros.
Fizemos a leitura do texto da pág. 121 e em seguida, pedi que cada um fizesse um resumo do texto lido e depois analisasse seu resumo segundo algumas orientações do livro.
Vimos também que quando examinamos o tipo de retorno que muitos professores dão aos textos de seus alunos notamos que existem alguns desacordos que podem levar à ineficácia do processo de revisão.
Um procedimento interessante é o professor apresentar a seus alunos listas que o ajudem a verificar seu texto durante a revisão.
Vimos uma dessas listas sugeridas por Scardamalia e Bereiter para que o aluno trabalhe o desenvolvimento local e geral do texto ( no livro, pág. 131).
A etapa de revisão é desencadeada após a escrita do primeiro rascunho, da primeira versão do texto.
E neste momento a sua avaliação deve ser inserida numa perspectiva comunicativa, considerando os elementos das situações de comunicação, do processo de produção e do tema, apontando aquilo que é relevante e aquilo que precisa ser reescrito com clareza e objetividade.
EDIÇÃO
A edição é a etapa em que se revisa mais uma vez o texto para produzir a última versão. Nesta etapa, há uma apropriação diferenciada da noção de audiência, de suporte, coerência e coesão. Fazem-se os últimos retoques, verificam-se a forma, inclusive de ortografia e pontuação.
Se, por exemplo, existe alguma dúvida quanto à organização de um dado trecho do texto, o autor é capaz de definir enquanto escreve ou no processo de revisão uma questão como “isto não está claro, não está suficiente”, o que o levaria a “reelaborar de forma mais clara”. Escritores maduros estão em um contínuo processo de reflexão.
Passamos então à discussão sobre a unid. 24: Literatura para adolescentes, e percebemos que os estudos em torno da leitura dos adolescentes são poucos e são totalmente convergentes. Concordam, no entanto, em um ponto: a leitura deles não coincide com aquela que nós, adultos em geral e educadores, em especial, gostaríamos que eles lessem 
O problema não é só “O que”, “Quanto”, mas “Como” leem:
         Nossos alunos, quando muito, leem de modo superficial “leem a linha”, mais fácil de ser apreendida numa leitura rápida;
         A dificuldade com relação à leitura autônoma, mesmo de significados superficiais e evidentes, leva à pouca criticidade e ausência de inferências;
         Nossos alunos leem pouco além do exigido pela escola, e em geral essa leitura não escolar elege poucas vezes o livro. Privilegiam os textos curtos, em revista ou jornal, o que parece contribuir decisivamente para uma leitura rasa.
Já sabemos que nossos alunos leem pouco.
Percebemos também que seus problemas de leitura estão ligados também a uma leitura insuficiente do professor e de práticas pouco produtivas da escola, em torno do ato de ler.
O Professor precisaria insistir em leituras mais longas, completas, e dar um espaço para o livro de literatura.
As propostas de leitura que fazemos não deve deixar a impressão de que resulta de um trabalho solto, leviano ou irresponsável. Muito ao contrário, ela exige atenção aguda e constante com relação ao que nossos alunos estão lendo.Afinal uma boa literatura aposta no novo, no diferente,na expressão mais democrática e subversiva do mundo
O Professor tem que ter ENTUSIASMO, conhecimento em torno da literatura e contato constante com obras literárias. Para assim poder ENTUSIASMAR seus alunos.
Terminado este momento, falamos um pouco sobre o Projeto do Gestar: "RODA DE LEITURA: UMA PRÁTICA PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES", projeto que será desenvolvido por todas as cursistas em suas devidas salas e escolas.
Comentamos sobres as dificuldades no desenvolvimento de alguns "avançando na prática". Logo após dei "uma olhadinha" nas pastas de algumas cursistas e frisei a importância de colocarem em dia o trabalho. Pois assim os alunos caminham no conhecimento junto conosco. Se atrazam muito e depois irão se sentir perdidas e desmotivadas para aplicar as atividades. 
Encerramos nosso encontro com uma breve avalição de dia na qual todos demonstram satisfação em estar participando.
Até a próxima...
                             ANDREA DE OLIVEIRA ARAUJO

terça-feira, 9 de agosto de 2011

DÉCIMO PRIMEIRO ENCONTRO:
Unidades 21 e 22 - ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM e PRODUÇÃO TEXTUAL: PLANEJAMENTO E ESCRITA
Nosso encontro teve início com um vídeo de boas vindas aos cursistas: " Ser educador" para refletirmos um pouco sobre nossas práticas.
Passamos à apresentação da atividade da Oficina 10, TP 5, que era a produção de um texto publicitário a partir de uma Negativa. Todos fizeram a atividade com muita criatividade e esmero. Vejam as fotos:









Em seguida passamos ao conteúdo desta TP6, unidades 21 e 22: Argumentação e o planejamento da escrita. Vimos que:
Nossas reflexões sobre a linguagem se apoiam na concepção de que usamos as línguas não apenas para retratar o mundo ou dizer algo sobre as coisas, mas para atuar, agir sobre o mundo e as coisas; para através da linguagem, argumentar e convencer.
Quando temos consciência de que nosso objetivo maior ao produzir um texto é fazer o leitor/ouvinte crer em algumas de nossas ideias, classificamos esse texto como Argumentativo.
Dependendo da situação de comunicação, das finalidades do ato da linguagem, as maneiras de organizar a tese e os argumentos podem variar.
Uma argumentação é considerada inadequada ou defeituosa quando não dá condições para que os objetivos sejam atingidos. Há várias razões para isso acontecer: podem ser razões ligadas à incompreensão, ou não aceitação, do interlocutor; podem ser razões ligadas ao desenvolvimento do texto, ou mesmo razões relacionadas à não correspondência entre os argumentos e o “mundo real”.
Uma boa argumentação depende, primeiramente, da clareza do objetivo e depois, da solidariedade entre os argumentos: todos devem conduzir para o mesmo objetivo.
Como argumentar é firmar uma posição diante de um problema, um compromisso com a informação e o conhecimento, não é possível construir uma boa argumentação com argumentos fracos, falsos ou incoerentes.
PRODUÇÃO TEXTUAL: O PLANEJAMENTO DA ESCRITA
No planejamento de textos argumentativos, deve-se considerar os itens que relacionam o tema, objetivo e a linha de argumentação. O planejamento varia, não somente de acordo com estilos pessoais, mas de acordo com a área de conhecimento do tema, do texto e o suporte.
Um bom texto pode ser produzido a partir de atividade de pré-escrita e trabalho em grupo, por exemplo. E uma boa aula de escrita, é baseada na prática e no diálogo reflexivo.
A escrita se desenvolve a partir de um processo de avanços e retrocessos, mas à medida que praticamos fica mais fácil vermos os avanços. O desafio é de se aprender um pouco mais da técnica e imprimir nossa voz na construção de texto coeso e coerente de acordo com as condições de produção.
Durante a escrita e a sua releitura e reescrita as perguntas que podemos fazer são algumas das sugeridas por Calkins (2002, p. 33):
         “O que eu disse até agora? O que eu estou tentando dizer?
         Será que eu gosto do escrevi? O que é tão bom aqui, que possa entender? O que não é bom que eu possa arrumar?
         Como meu texto soa? Como parece?
         O que meus leitores pensarão quando ler isto? Que indagações poderão fazer? O que observarão? Sentirão? Pensarão?
         E o que farei a seguir?”
Essas são perguntas que podem ocorrer na produção de um texto. Algumas até na produção de um bilhete, pois dizem respeito ao ato comunicativo. À formulação de significados que farão sentido para mim, como escritor, e para o outro, como leitor.
Também comentamos algumas atividades e alguns Avançando na Prática que são bem interessante para o trabalho em sala de aula como o da página 23, a atividade da página 47, atividade de planejamento da escrita da página 91 e muitas outras.
Passamos a partilha dos Avançando na Prática, quando a cursista Vanessa comentou sobre sua  turma, dizendo que eles já estavam sentindo falta das atividades do Gestar, pois ela havia dado “um tempo” por causa das provas finais e férias, disse que agora retomou as atividades à todo vapor.
Ao final, desenvolvemos a atividade proposta para esta oficina de desenvolver um fechamento para o texto de Moacyr Scliar, página 220 e 221, fizermos os planejamentos para desenvolver esta atividade também com os alunos.
Passamos à avaliação do encontro: Não sei se as cursistas estão sendo verdadeiras, mas todas são unânimes em dizer que estão gostando e que o trabalho com o Gestar tem facilitado os trabalhos em sala de aula.
Encerramos o encontro com o combinado de nos vermos novamente dia 18/08/2011 no mesmo local e horário.
Até a próxima....
                                              ANDREA ARAUJO

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DÉCIMO ENCONTRO: OFICINA LIVRE - SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Nos reunimos para essa oficina, no dia 07/07/2011, às 7:30, no auditório da E. M. Profº Eduardo Pereira Calado. O tema era Sequência Didática no trabalho com Gêneros Textuais.
Iniciamos esta oficina com a leitura do texto : "A máquina extraviada"- José J. Veiga, texto que faz parte do materia de trabalho proposto pelas Olimpíadas de Língua Portuguesa, assim também como toda esta oficina. Depois da leitura passamos aos questionamentos, sempre relacionando com nossa práticas pedagógicas.
Em seguida vimos um vídeo sobre o relato das práticas de alguns professores 
no trabalho com gêneros (DVD do material das Olimpíadas de Língua Portuguesa). O vídeo foi muito emocionante e todos puderam ver que nem sempre tudo dá certo, mas sempre há uma saída, sobretudo se tivermos força de vontade.
Passamos ao conceito de Sequência Didática: vimos que é um conjunto de atividade ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo etapa por etapa. Essa sequência de atividades permite que os alunos cheguem gradualmente ao domínio de dterminado conteúdo.
Ao organizar a sequência didática para o trabalho com gêneros textuais (orais ou escritos), o professor planeja seu trabalho para orientar seus alunos a ler, escrever e escutar ativamente, a explorar diversos exemplares do gênero escolhido. Assim, eles dominarão pouco a pouco suas características e produzirão textos dos gêneros estudados. Vejamos passo a passo a sequência didática para a produção de gêneros textuais:
  1. Apresentação do projeto de escrita e da situção de produção: o professor inicia a sequência apresentando aos alunos, o gênero a ser estudado, ressaltando a importância de ler e produzir textos daquele gênro. Pode-se verificar aqui, se os alunos sabem em que situações sociais esses textos são produzidos, com que finalidade, para quem ler, e em que suportes textuais são encontrados.
  2. Diagnóstico inicial: neste momento, deve-se verificar o que a turma sabe sobre gênero que será estudado, pedindo que escrevam, indicando os elementos da situação de produção: a quem se destina, qual a finalidade, onde será publicado. Isto favorece o planejamento de intervenções, possibilitando que todos cheguem ao final da sequência didática proposta com maior domínio do gênero.
  3. Leitura dos textos: para que os alunos ampliem seu repertório e se aproximem do gênero estudado, eles precisam ler bons e variados textos. O professor deve servir de mediador entre os alunos e os textos.
  4. Estudo das características do gêneros: aqui devem ser propostas várias atividades de oralidade, leitura, escrita e reflexão sobre a língua. Elas levam o aluno a identificar as características peculiares do gênero e a situação sociocomunicativa em que ele será usado.
  5. Pesquisa sobre o tema: nesta instância é precisa conhecer sobre o que se vai escrever e para isto, a pesquisa é fundamental. Consultar várias fontes, entrevistar pessoas, analisar documentos e coletar dados da cultura podem ajudar.
  6. Produção coletiva do texto: Neste momento, orientados pelo professor, os alunos organizam e sintetizam o que foi aprendido. A troca de informações entre os colegas permite ao aluno que está em uma etapa mais avançada de conhecimento auxiliar no processo de aprendizagem dos demais.
  7. Produção individual: o desafio desta etapa é a escrita individual do texto, tendo em mão o roteiro que orienta a produção do gênero estudado. Espera-se, nessa etapa que o aluno coloque em prática grande parte do que foi ensinado.
  8. Aprimoramento e reescrita do texto: Depois da escrita individual, o aluno - de posse do roteiro e com auxílio do professor - fará a revisão e as reformulações necessárias para o aprimoramento de seu texto.
  9. Publicação do texto produzido:Para finalizar o trabalho, o professor prepara os textos produzidos pelos alunos para a publicação. Deve escolher o suporte ideal para isso. Ppor exemplo, se trabalhou com artigos de opinão, pode publicá-los no jornal local ou na internet. Se trabalhou com poemas, pode apresetá-los em um sarau ou organizá-los em uma coletânea e assim por diante.

Terminada esta parte de conceituação, passamos à realização de uma dinâmica, onde as cursistas puderam organizar na prática as situações da sequência didática: "O caminho das pedras" separei a turma em grupos e distribuí cartões recortadso e emberalhados com os passos da sequência didática para um grupo e pedi que colocassem na ordem. Para o outro grupo recotei e emberelhei uma situação de trabalho com gênero em sala de aula ew pedi que ordenassem de acordo com o concento de sequência didática. O trabalho foi desafiador. Serviu para vermos que nem sempre seguimos a sequência certa para o aprendizado de nosso alunos.
Este encontro foi muito produtivo e divertido. Na avaliação, os elogios foram abundantes e muitos disseram que irão aproveitar a sequência para ensino do outros conteúdos além da produção de texto.
Encerrei com a leitura do texto " A professora e a maleta" de Lygia Bojunga. Deixei para as cursitas alguns questionamentos como: E a nossa maleta, o que tem? Como vamos partilhar esses conteúdos? Somos responsáveis por essa bagagem?
Relembrei que todas devem aproveitar as férias para colocarem suas pastas de trabalhos em dia e organizarem e planejarem as próximas atividade a serem realizadas depois das férias. Nos encontraremos novamente dia 28/07/2011, primeira quinta-feira depois das férias.
BOAS FÉRIAS PARA TODOS!!!!
Até mais...
ANDREA ARAUJO

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Nono Encontro: COESÃO TEXTUAL E RELAÇÕES LÓGICAS DO TEXTO 
Iniciamos nosso encontro às 7:00, do dia 30/06/2011, no Auditório da E. M. Profº Eduardo Pereira Calado. Assistimos ao vídeo de uma mensagem "A renovação da Águia", sobre o qual foram feitos muitos questionamentos e reflexão sobre a nossa prática pedagógica.
Terminado esse momento, passamos à discussão sobre o conteúdo das unidades do dia.
Coloquei no slide as seguintes frases: "O início do fim.Esqueceram meu nome. Uma ilha às escuras. A vaca vos."E pedi que as cursistas pensassem em situações sociocomunicativas em que estas sentenças pudessem ser usadas. Todas chegaram à conclusão que assim como se apresentaram provavelmente não seria possível a construção de sentidos. Pedi que dissessem o que seria necessário então. E assim descobriram que faltavam algumas informações e isso as levou a entender que a Coesão textual é exatamente o mecanismo que faltava e é ela que articula as informações de um texto, relacionando sentenças com o que veio antes e com o que virá depois, no propósito comunicativo de, conjuntamente, tecer o texto, ou seja, é um conjunto de recursos linguísticos que orientam a construção da continuidade de sentidos e trabalha em conjunto com a Coerência.
Relembramos também sobre Cadeia coesiva, Coesão por justaposição, Coesão referencial, sequencial e vimos que o importante da Coesão é dar continuidade às ideias expostas no texto, criando uma elo entre as mesmas para a construção do sentido do texto.
Passando às relações lógicas do texto, vimos que a construção da lógica é algo que depende do autor que vai dar as "pistas" e do leitor que vai entender essas "pistas". Existe a lógica temporal, de identidade e as negações que ajudam na construção dessa lógica.
Um texto se constrói a partir de informações sobre um tema escolhido e sobre relações lógicas que buscam um fio condutor da coerência das ideias entre si e com a situação em que é produzida. Muitas situações nem precisam ser explicitadas no texto porque decorrem de ideias já expressas anteriormente. Pela relações lógicas recuperam-se tais significados implicitos.
O próximo passo do encontro deste dia foi a troca de experências do "Avançando na Prática": foram feitas as trocas de experiências de sala de aula, a professora Cláudia mostrou algumas fotos dos trabalhos de seus alunos ( atividade da Oficina passada que diz respeito às profissões), a Vanessa também desevolveu a mesma atividade e foi muito criativa ao criar um painel com as fotos dos próprios alunos com a profissão que cada um deseja para si. Eles entrevistaram alguns profissionais e escreveram a carta e, o melhor, é que alguns profissionais, contactados pela professora, irão responder às cartas dos alunos. Adorei a ideia e a interação.Isso vai ser muito importante até para a autoestima deles.
Como o tempo ja estava avançado, não deu tempo de realizar a atividade proposta pela oficina. E a mesma ficou de "tarefa para casa". Vamos apresentar no primeiro encontro quando retornarmos das férias, pois dia 07/07/02011 teremos um encontro , mas é OFICINA LIVRE sobre Sequência Didática.
Fizemos a avaliação do encontro e por enquanto os que ficaram ( tenho muitos cursistas que desistiram), estão gostanto e achando o curso desafiador e todos dizem que estão aprendendo muito.
Nos despedimos e temos um encontro marcado para a semana que vem.
  Até a próxima semana.
                       Abraço forte... 
                            ANDREA O. ARAUJO