Nono Encontro: COESÃO TEXTUAL E RELAÇÕES LÓGICAS DO TEXTO
Iniciamos nosso encontro às 7:00, do dia 30/06/2011, no Auditório da E. M. Profº Eduardo Pereira Calado. Assistimos ao vídeo de uma mensagem "A renovação da Águia", sobre o qual foram feitos muitos questionamentos e reflexão sobre a nossa prática pedagógica.
Terminado esse momento, passamos à discussão sobre o conteúdo das unidades do dia.
Coloquei no slide as seguintes frases: "O início do fim.Esqueceram meu nome. Uma ilha às escuras. A vaca vos."E pedi que as cursistas pensassem em situações sociocomunicativas em que estas sentenças pudessem ser usadas. Todas chegaram à conclusão que assim como se apresentaram provavelmente não seria possível a construção de sentidos. Pedi que dissessem o que seria necessário então. E assim descobriram que faltavam algumas informações e isso as levou a entender que a Coesão textual é exatamente o mecanismo que faltava e é ela que articula as informações de um texto, relacionando sentenças com o que veio antes e com o que virá depois, no propósito comunicativo de, conjuntamente, tecer o texto, ou seja, é um conjunto de recursos linguísticos que orientam a construção da continuidade de sentidos e trabalha em conjunto com a Coerência.
Relembramos também sobre Cadeia coesiva, Coesão por justaposição, Coesão referencial, sequencial e vimos que o importante da Coesão é dar continuidade às ideias expostas no texto, criando uma elo entre as mesmas para a construção do sentido do texto.
Passando às relações lógicas do texto, vimos que a construção da lógica é algo que depende do autor que vai dar as "pistas" e do leitor que vai entender essas "pistas". Existe a lógica temporal, de identidade e as negações que ajudam na construção dessa lógica.
Um texto se constrói a partir de informações sobre um tema escolhido e sobre relações lógicas que buscam um fio condutor da coerência das ideias entre si e com a situação em que é produzida. Muitas situações nem precisam ser explicitadas no texto porque decorrem de ideias já expressas anteriormente. Pela relações lógicas recuperam-se tais significados implicitos.
O próximo passo do encontro deste dia foi a troca de experências do "Avançando na Prática": foram feitas as trocas de experiências de sala de aula, a professora Cláudia mostrou algumas fotos dos trabalhos de seus alunos ( atividade da Oficina passada que diz respeito às profissões), a Vanessa também desevolveu a mesma atividade e foi muito criativa ao criar um painel com as fotos dos próprios alunos com a profissão que cada um deseja para si. Eles entrevistaram alguns profissionais e escreveram a carta e, o melhor, é que alguns profissionais, contactados pela professora, irão responder às cartas dos alunos. Adorei a ideia e a interação.Isso vai ser muito importante até para a autoestima deles.
Como o tempo ja estava avançado, não deu tempo de realizar a atividade proposta pela oficina. E a mesma ficou de "tarefa para casa". Vamos apresentar no primeiro encontro quando retornarmos das férias, pois dia 07/07/02011 teremos um encontro , mas é OFICINA LIVRE sobre Sequência Didática.
Fizemos a avaliação do encontro e por enquanto os que ficaram ( tenho muitos cursistas que desistiram), estão gostanto e achando o curso desafiador e todos dizem que estão aprendendo muito.
Nos despedimos e temos um encontro marcado para a semana que vem.
Até a próxima semana.
Abraço forte...
ANDREA O. ARAUJO
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
OITAVO ENCONTRO: Unids.17 e 18
Estilística e Coerência Textual
Nos encontramos dia 16/06/2011, no Auditório da E. M. Prof. Eduardo Pereira Calado, das 7:00 às 11:00.
O assunto deste dia foi a Coerência Textual, mas antes disso falamos um pouco sobre Estilística.
Vimos que a Estlística é o estudo do Estilo que cada autor usa quando vai escrever seu texto, é o resultado da escolha dos recursos expressivos capazes de produzir efeitos de sentido motivados por fatores afetivos ou emocionais do falante/escritor e não deve ser confundido com variante linguística, já que esta é uma característica fixa do mesmo.
Concluímos também, que pelo caráter humano universal das manifestaçoes estilísticas na linguagem, pode-se dizer que o Estilo é o próprio homem.
Da unidade da Coerência Textual, relembramos que Coerência é um dos fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoados de frases um texto, e é resultado que os interlocutores (autor/leitor) obtêm interagindo entre si.
Também pode estar ligada à interpretação, e por isso depende das inferências que o leitor seja capaz de fazer a partir das pistas dadas pelo próprio texto.
Em seguida passamos ao relato das experiências dos Avancando na Prática do TP4. Algumas cursistas estavam com atividades atrazadas e aproveitaram para comentar sobre elas. Os alunos da professora Cláudia fizeram a tividade do Letramento (postarei as fotos ao final), muitas cursistas apresentaram o plano e a sequência de aulas para a atividade proposta na oficina da unidade 16 ( fotos ao final).
Encerrada esta etapa, passamos à proposta de atividade da oficina desta unidade que era de fazer um resumo analisando um texto publicitário, observando a linguagem verbal e não verbal associando esta análise aos conceitos construídos no decorrer deste TP, para depois fazer um resumo e apresentar para o grupo. Assim o fizemos. Esta atividade foi bem produtiva e criativa: a cursista Vanessa escolheu um outro anúncio publicitário e analisou muito bem fazendo inferências ao conteúdo trabalhado. Vejam fotos:
Encerramos com uma avaliação dos trabalhos e o grupo é unânime em dizer que depois do Gestar, ser professor de Língua Portuguesa ficou muito mais fácil e prazeroso.
Fiz alguns questionamentos com relação à próxima unidade: Relções lógicas no texto, com :
Nos despedimos e fizemos o combinado de nos encontrarmos novamente, dia 30/06/2011, no mesmo local e horário.
Estilística e Coerência Textual
Nos encontramos dia 16/06/2011, no Auditório da E. M. Prof. Eduardo Pereira Calado, das 7:00 às 11:00.
O assunto deste dia foi a Coerência Textual, mas antes disso falamos um pouco sobre Estilística.
Vimos que a Estlística é o estudo do Estilo que cada autor usa quando vai escrever seu texto, é o resultado da escolha dos recursos expressivos capazes de produzir efeitos de sentido motivados por fatores afetivos ou emocionais do falante/escritor e não deve ser confundido com variante linguística, já que esta é uma característica fixa do mesmo.
Concluímos também, que pelo caráter humano universal das manifestaçoes estilísticas na linguagem, pode-se dizer que o Estilo é o próprio homem.
Da unidade da Coerência Textual, relembramos que Coerência é um dos fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoados de frases um texto, e é resultado que os interlocutores (autor/leitor) obtêm interagindo entre si.
Também pode estar ligada à interpretação, e por isso depende das inferências que o leitor seja capaz de fazer a partir das pistas dadas pelo próprio texto.
Em seguida passamos ao relato das experiências dos Avancando na Prática do TP4. Algumas cursistas estavam com atividades atrazadas e aproveitaram para comentar sobre elas. Os alunos da professora Cláudia fizeram a tividade do Letramento (postarei as fotos ao final), muitas cursistas apresentaram o plano e a sequência de aulas para a atividade proposta na oficina da unidade 16 ( fotos ao final).
Encerrada esta etapa, passamos à proposta de atividade da oficina desta unidade que era de fazer um resumo analisando um texto publicitário, observando a linguagem verbal e não verbal associando esta análise aos conceitos construídos no decorrer deste TP, para depois fazer um resumo e apresentar para o grupo. Assim o fizemos. Esta atividade foi bem produtiva e criativa: a cursista Vanessa escolheu um outro anúncio publicitário e analisou muito bem fazendo inferências ao conteúdo trabalhado. Vejam fotos:
Encerramos com uma avaliação dos trabalhos e o grupo é unânime em dizer que depois do Gestar, ser professor de Língua Portuguesa ficou muito mais fácil e prazeroso.
Fiz alguns questionamentos com relação à próxima unidade: Relções lógicas no texto, com :
- identificar relações lógicas de temporalidade e de identidade;
- analisar efeitos de sentido decorrentes da negação;
- analisar os significados implícitos no texto.
Nos despedimos e fizemos o combinado de nos encontrarmos novamente, dia 30/06/2011, no mesmo local e horário.
ATÉ A PRÓXIMA. FIQUEM COM DEUS!!!
ANDREA DE OLIVEIRA ARAUJO
segunda-feira, 20 de junho de 2011
SÉTIMO ENCONTRO
TP4 UNIDs. 15 e 16: MERGULHO NO TEXTO E A PRODUÇÃO TEXTUAL- CRENÇAS E TEORIAS
Nos encontramos novamente, na E. M. PROFº EDUARDO PEREIRA CALADO, às 7:00, no dia 02/06/2011, para a realização da oficina referente ao TP4-unidades 15 e 16 que tratam dos assuntos: MERGULHO NO TEXTO e A PRODUÇÃO TEXTUAL:CRENÇAS, TEORIAS E FAZERES.
Iniciamos relembrando o conteúdo das unidades:
Por que e para que perguntar
A pergunta tem exatamente a intenção de instigar a curiosidade, fazendo-nos refletir sobre as intenções possíveis do autor;
Fazer o resumo também é um excelente procedimento para apreender o mais importante do texto;
Em seguida, passamos à partilha da prática: muitos dos cursostas estão bem adiantados com relação à aplicação das atividades em sala de aula, porém alguns ainda têm certa dificuldade e insegurança. É nesse ponto que a partilha surte efeito. Sinto que quando um colega conta da sua prática que deu certo aquela que está inseguro faz perguntas e pede socorro. Este momento está sendo muito proveitoso.
Em seguida desenvolvemos a atividade proposta para esta oficina. Fizeram duplas, examinaram e interpretaram a imagem de acordo com as poucas informações que o texto trazia ( foram as mais inusitadas). O próximo passo foi a elaboração de um texto publicitário a partir da interpretação feita. Saiu de tudo um pouco: desde propaganda para adoção, cursinho pré-vestibular, à propaganda de universidade. Foi muito criativo este momento!
Para encerrar a atividade, montaram um Plano de aula, adaptado para sua turmas, constendo: Competências e Habilidades, conteúdos, atividades a serem desenvolvidas e avaliação (comentamos um pouco sobre essa parte. Como avaliar?) e uma sequência de quantidade de aulas.
VERIFIQUEM NOSSOS TRABALHOS:
Encerramos falando um pouco sobre algumas atividades do Avançando na prática que serão realizadas nesta quinzena e com o compromisso de nos encontrarmos novamente 16/06/2011, neste mesmo "Bat local" e nesta mesma "Bat hora".
Um forte abraço e um beijo grande para todos.
Até a próxima!
TP4 UNIDs. 15 e 16: MERGULHO NO TEXTO E A PRODUÇÃO TEXTUAL- CRENÇAS E TEORIAS
Nos encontramos novamente, na E. M. PROFº EDUARDO PEREIRA CALADO, às 7:00, no dia 02/06/2011, para a realização da oficina referente ao TP4-unidades 15 e 16 que tratam dos assuntos: MERGULHO NO TEXTO e A PRODUÇÃO TEXTUAL:CRENÇAS, TEORIAS E FAZERES.
Iniciamos relembrando o conteúdo das unidades:
Por que e para que perguntar
A pergunta tem exatamente a intenção de instigar a curiosidade, fazendo-nos refletir sobre as intenções possíveis do autor;
Perguntas exigem posturas diferentes com relação às respostas dos alunos:
o 1. Questões que pedem apenas a extração de dados claros no texto, pretendem respostas praticamente iguais de todos os alunos;
o 2. Perguntas que supõem inferências, necessitam de intervenção do professor a fim de garantir respostas possíveis para o texto;
o 3. Perguntas que pressupõe respostas variáveis, em função de valores, não devem ser consideradas erradas, embora mereçam comentários e registros doprofessor;
4. Perguntas que se referem à expressão do gosto do aluno, não apresentam respostas erradas;
o 5. Perguntas em torno da relação do texto com os outros textos ou outras manifestações artísticas (intertextualidade) têm clara ligação com os conhecimentos prévios dos alunos;
As perguntas formuladas aos nossos alunos serão mais pertinentes quando “conhecemos” o texto, suas condições de produção, a turma, bem como os objetivos da leitura do texto escolhido;
Nossas perguntas devem ajudar nosso aluno a avançar na formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma.
Como chegar à estrutura do texto?
Os procedimentos que levam à estrutura do texto devem considerar atividades diversificadas tais como:
Depreender as ideias principais do texto e sintetizá-las ou dar-lhes título;
- o Apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente;o Inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados.o OBS: A definição da estrutura do texto não significa uma divisão em partes, sempre aceitas unanimemente. Pode haver variações irrelevantes, que não interferem na compreensão global do texto.
Quando queremos aprender
Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta , de apreensão de dados , com várias releituras :
Anotações suas no próprio texto, ou sobre ele, assim como a busca de sua estrutura são atividades facilitadoras para a compreensão global do texto e a retenção de seus dados. Fazer o resumo também é um excelente procedimento para apreender o mais importante do texto;
o Além de aprender o que nos diz um texto, podemos e devemos procurar horizontes mais amplos para nossa leitura: buscar dados sobre o assunto além do texto, relacioná-los, compará-los, na convergência e na divergência.
Poderíamos, assim, dizer que uma leitura mais cuidadosa do texto implica a compreensão do que está escrito “na linha” (o mais diretamente observável no texto), “por trás da linha” (o que está implícito, mesmo não conscientemente), “além da linha” (como o dito se relaciona com outros textos e outras vozes) e “na entrelinha” (no caso do texto literário, que sugere mais de uma interpretação).
om relação à unid. 16 vimos que muitos acreditam que ser escritor é um dom que se desenvolve sem a intervenção de alguém, outros não acreditam na existência de um dom que se desenvolve sem intervenção, mas que há pessoas que, por algum motivo, desenvolvem uma habilidade diferenciada,uma facilidade para escrever, há ainda aqueles que acreditam no dom, mas que este, deve ser despertado e desenvolvido pela escola. Existem professores que acreditam tanto no aluno que deixam que tomem todas as decisões sobre a escrita sem exercício algum de ensino e de negociação.
Contudo, vimos também que não importa em qual dessas crenças você se encaixe, o importante é que todos têm que aprender a escrever e ter experiências com a escrita,na ESCOLA, pois só se aprende a escrever, escrevendo.
O ensino da escrita como prática comunicativa
Atualmente as funções da comunicação se multiplicaram, então é preciso levar nosso aluno à relacionar as práticas comunicativas com o desenvolvimento e aprendizado da escrita, como um processo:
- Atividades de leitura e préescrita;
- Atividades de planejamento;
- Que linguagem utilizar;
- Quem serão os interlocutores;
- Função ( persuadir, informar...);
- Objetivos;
- Gênero;
- Escrita;
- Revisão;
Em seguida desenvolvemos a atividade proposta para esta oficina. Fizeram duplas, examinaram e interpretaram a imagem de acordo com as poucas informações que o texto trazia ( foram as mais inusitadas). O próximo passo foi a elaboração de um texto publicitário a partir da interpretação feita. Saiu de tudo um pouco: desde propaganda para adoção, cursinho pré-vestibular, à propaganda de universidade. Foi muito criativo este momento!
Para encerrar a atividade, montaram um Plano de aula, adaptado para sua turmas, constendo: Competências e Habilidades, conteúdos, atividades a serem desenvolvidas e avaliação (comentamos um pouco sobre essa parte. Como avaliar?) e uma sequência de quantidade de aulas.
VERIFIQUEM NOSSOS TRABALHOS:
Encerramos falando um pouco sobre algumas atividades do Avançando na prática que serão realizadas nesta quinzena e com o compromisso de nos encontrarmos novamente 16/06/2011, neste mesmo "Bat local" e nesta mesma "Bat hora".
Um forte abraço e um beijo grande para todos.
Até a próxima!
ANDREA DE OLIVEIRA ARAUJO
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Sexto Encontro: TP 4:Unidades 13 e 14 - LEITURA, ESCRITA E CULTURA E O PROCESSO DA LEITURA
Iniciamos nosso encontro com uma retomada da diferença entre alfabetização e letramento.Temos entre os cursistas, professoras que também trabalham com alfabetização e elas nos auxiliaram bastante nesse processo. Fizemos uma demonstração com uma criança que ainda não é alfabetizada, para que ficasse bem clara a diferença.
Vejam as fotos:
Ela identificou todos os rótulos que, de alguma maneira, estavam presentes no seu dia-da-dia. E a cursista Sandra Batista comentou que depois que ela descobriu o letramento, ficou muito mais fácil de ensinar e alfabetizar seus alunos pois eles conseguem perceber, em suas práticas, a necessidade da escrita . Vimos também que a alfabetização é o desenvolvimento dessa escrita a partir de práticas e aprendizados e individuais que devem ser ensinados e incentivados na escola.
Passando pela unidade 14, relembramos que para que o processo de leitura se desenvolva, é preciso:
1º- A construção do significado;
2º- Ter um objetivo;
3º- Conhecimentos prévios que irão interferir na construção do significado.
Fizemos a tividade 4, pág. 73, para enteder melhor o que foi dito.
Em seguida fizemos a partilha da práticas dos cusistas. Alguns ainda estão um pouco inseguros, ao passo que outros já sentem seguros até para inovar junto aos "Avançando na Prática". Isso está sendo muito rico, pois aquele que aplicou determinada atividade que não deu certo, troca informações e experiência com aquele que aplicou a mesma atividade e deu certo.
Comentamos também, sobre os "avançando na prática" destas duas unidades para que cada um tirasse suas dúvidas com relação às atividades a serem desenvovidas nos próximos 15 dias. Muitos escolheram as atividades da pág. 41 e 51 devido ao fato de as Festas Juninas estarem se aproximando e assim poderão usá-la para a divulgação e confecção de convites e cartazes.
Encerramos com uma "pincelada" no que veremos no próximo encontro: A Produção textual - Crenças, teorias e fazeres.
Até a próxima, dia 02/06/2011!
Abraço...
ANDREA ARAUJO
Iniciamos nosso encontro com uma retomada da diferença entre alfabetização e letramento.Temos entre os cursistas, professoras que também trabalham com alfabetização e elas nos auxiliaram bastante nesse processo. Fizemos uma demonstração com uma criança que ainda não é alfabetizada, para que ficasse bem clara a diferença.
Vejam as fotos:
Ela identificou todos os rótulos que, de alguma maneira, estavam presentes no seu dia-da-dia. E a cursista Sandra Batista comentou que depois que ela descobriu o letramento, ficou muito mais fácil de ensinar e alfabetizar seus alunos pois eles conseguem perceber, em suas práticas, a necessidade da escrita . Vimos também que a alfabetização é o desenvolvimento dessa escrita a partir de práticas e aprendizados e individuais que devem ser ensinados e incentivados na escola.
Passando pela unidade 14, relembramos que para que o processo de leitura se desenvolva, é preciso:
1º- A construção do significado;
2º- Ter um objetivo;
3º- Conhecimentos prévios que irão interferir na construção do significado.
Fizemos a tividade 4, pág. 73, para enteder melhor o que foi dito.
Em seguida fizemos a partilha da práticas dos cusistas. Alguns ainda estão um pouco inseguros, ao passo que outros já sentem seguros até para inovar junto aos "Avançando na Prática". Isso está sendo muito rico, pois aquele que aplicou determinada atividade que não deu certo, troca informações e experiência com aquele que aplicou a mesma atividade e deu certo.
Comentamos também, sobre os "avançando na prática" destas duas unidades para que cada um tirasse suas dúvidas com relação às atividades a serem desenvovidas nos próximos 15 dias. Muitos escolheram as atividades da pág. 41 e 51 devido ao fato de as Festas Juninas estarem se aproximando e assim poderão usá-la para a divulgação e confecção de convites e cartazes.
Encerramos com uma "pincelada" no que veremos no próximo encontro: A Produção textual - Crenças, teorias e fazeres.
Até a próxima, dia 02/06/2011!
Abraço...
ANDREA ARAUJO
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Quinto Encontro ( 05/05/2011)
OFICINA LIVRE: POR QUE TRABALHAR COM PROJETOS EM SALA DE AULA???
Olá, pessoal!!!
Quinta-feira, 05/05/2011, nos encontramos mais uma vez para a realização da nossa Oficina Livre: Por que trabalhar com projetos em sala de aula??? Aconteceu no auditório da E. M. Prof° Eduardo Pereira Calado, das 7:30 as 11:30.
Iniciamos com o Filme "Aprendendo a aprender". Foram feitos alguns questionamentos: quais a atitudes do aprendiz?; quais as atitudes do mestre?; como podemos relacioná-lo à nossa prática com nossos alunos?
Os comentários foram abundantes e muitos perceberam que nós professores temos que despertar o interesse, fazer nossos alunos terem uma "ereção" intelectual. Lembrei-me de uma entrevista do Ruben Alves, onde ele fez a seguinte comparação: a inteligência é como um pênis. Se não for excitada fica lá, sem muito sentido de existri. Mas... se provocado... Pronto!!! É avivado e aí niguém segura!
Assim é nosso aluno. Precisa ser excitado, provocado para então querer aprender.
Passamos a uma atividade de transposição de gênero ( tinha ficado pra trás do encontro passado e todos pediram que eu fizesse, então...).
A atividade foi a seguinte:
Separei o grupo em duplas, e distribuí para cada dupla um texto (gênero), então, através da criativdade de cada um, eles deveriam fazer a transposição de gênero. E assim o fizeram. Teve música, poema, comunicado... A criatividade rolou solta.
Vejam as fotos e trabalho final das duplas:
OFICINA LIVRE: POR QUE TRABALHAR COM PROJETOS EM SALA DE AULA???
Olá, pessoal!!!
Quinta-feira, 05/05/2011, nos encontramos mais uma vez para a realização da nossa Oficina Livre: Por que trabalhar com projetos em sala de aula??? Aconteceu no auditório da E. M. Prof° Eduardo Pereira Calado, das 7:30 as 11:30.
Iniciamos com o Filme "Aprendendo a aprender". Foram feitos alguns questionamentos: quais a atitudes do aprendiz?; quais as atitudes do mestre?; como podemos relacioná-lo à nossa prática com nossos alunos?
Os comentários foram abundantes e muitos perceberam que nós professores temos que despertar o interesse, fazer nossos alunos terem uma "ereção" intelectual. Lembrei-me de uma entrevista do Ruben Alves, onde ele fez a seguinte comparação: a inteligência é como um pênis. Se não for excitada fica lá, sem muito sentido de existri. Mas... se provocado... Pronto!!! É avivado e aí niguém segura!
Assim é nosso aluno. Precisa ser excitado, provocado para então querer aprender.
Passamos a uma atividade de transposição de gênero ( tinha ficado pra trás do encontro passado e todos pediram que eu fizesse, então...).
A atividade foi a seguinte:
Separei o grupo em duplas, e distribuí para cada dupla um texto (gênero), então, através da criativdade de cada um, eles deveriam fazer a transposição de gênero. E assim o fizeram. Teve música, poema, comunicado... A criatividade rolou solta.
Vejam as fotos e trabalho final das duplas:
Adorei o resultados final. Ficou muito bom!
Paramos para o lanche.
E agora sim passamos ao trabalho com projetos:
Vejamos um pouco do assunto dos slides:
POR QUE TRABALHAR COM PROJETOS???
Trabalhar com projetos, é trabalhar dentro de uma organização da ação educativa. Um planejamento, a partir de projetos, resulta em possibilidade de enfocar diferentes áreas do conhecimento e um trabalho tendo em vista a execução de tarefas reais, inseridas no cotidiano das crianças, não separando "brinquedo de trabalho”.
“A partir da escolha de um tema, o aprendiz realiza pesquisas, investiga, registra dados, formula hipóteses, tornando-se sujeito do seu próprio conhecimento...” Pedagogia de Projetos: Jacqueline D. Simões
A partir disso, iniciamos um questionamento a respeito do melhor tema para a realização do nosso Projeto.
Muitos opinaram, outros se calaram ( acredito que talvez por insegurança, pois a palavra projeto está em alta no momento mas ainda assusta alguns...). Mostrei a todos que estarei à disposição, todos os dias da semana, para ajudá-los a se organizar, a colocar no papel, a escolher o melhor tema...
Tentei acalmá-los, mas pedi que fossem ágeis, pois o tempo passa muito rápido e se perdermos tempo, depois ficará muito difícil.
Continuei apresentando as características de uma boa proposta de Projeto ( Revista Nova Escola de Abril). Vejam:
QUAIS AS CARACTERÍSTICAS PARA UMA BOA PROPOSTA?
l1- Delimitar e conhecer bem o assunto que será estudado e pesquisá-lo previamente.
l2- Escolher uma meta de aprendizagem principal e outras secundárias que atendam às necessidades de aprendizagem.
3- Ter clareza do que seus alunos conhecem e desconhecem sobre o tema e conteúdo de trabalho.
4- Construir um cronograma com prazos para cada atividade, delimitando a duração total do trabalho.
l5- Selecionar previamente os recursos e materiais que serão usados, como sites e livros de consulta.
l6- Deixar claro para a sala os objetivos sociais do trabalho e quais serão os próximos passos
7- Relacionar uma etapa à outra em complexidade crescente.
8- Antecipar quais serão as perguntas que você fará para encaminhar a atividade.
l9- Prever quais momentos serão em grupo, em duplas e individuais.
l10- Revisar o que os alunos fizeram e pedir novas versões do trabalho.
11- Escolher um produto final forte para dar visibilidade aos processos de aprendizagem e aos conteúdos aprendidos.
12- Prever os critérios de avaliação e registrar a participação de cada um durante o trabalho.
Depois, comentamos as diferenças entre "Projeto de Ensino e de Aprendizagem", vimos que o primeiro tem o foco no professor ( transmissão de conhecimento) e o segundo tem como foco o aluno ( construção do comnhecimento). E ficou a pergunta no ar:
O QUE VOCÊ QUER PARA SUA ESCOLA???
PROJETO DE ENSINO OU PROJETO DE APRENDIZAGEM
?????????????
Em seguida passamos à avaliação do encontro. Todos gostaram muito e ainda disseram que seus trabalhos em sala de aula ficaram muito mais "leves" depois do Gestar, pois o aluno tem mais interesse e se esforça mais quando ele próprio tem buscar o comhecimento indicado pelo professor.
Encerramos os trabalhos com o compromisso de cada cursista me procurar durante a próxima semana, para discutirmos qual o melhor tema para cada um e iniciarmos os trabalhos com projetos.
Nosso próximo encontro acontecerá dia 19/05/2011, na E. M. Profº Eduardo Pereira Calado, auditório, as 7:30.
Abraço forte e um beijo grande.
Até a próxima.
ANDREA ARAUJO
terça-feira, 10 de maio de 2011
CONTINUAÇÃO DO QUARTO ENCONTRO...
Como tínhamos combinado, nos encontramos dia 28/04/2011, para a conclusão das atividades pendentes.
Em seguida passamos aos comentários:- Os setes sabares não são uma verdade absoluta, mas uma sugestão para que o Educador faça uma redefinição da sua postura como Educador;
- O 1º saber diz respeito a integração do erro em nossas escolas, para que o conhecimento do nosso aluno avance;
- O 2º , diz respeito ao conhecimento pertinente, deixar de fragmentar as discsplinas é fundamental para que a aprendizagem aconteça;
- No 3º saber devemos perceber nossa condição humana: não somos só cultura, somos também naturais, físicos, psíquicos, místicos...;
- Com o 4º saber, aprendemos a valorizar nossa TERRA PÁTRIA, temos que ensinar nosso aluno a cuidar do planeta, a pensar em desenvolvimento com sustentabilidade;
- O 5º saber nos fala da introdução da incerteza no ambiente escolar, para que através dela se produza aprendizagem;
- A compreensão que é o ponto crucial da boa comuniação e que faz muita falta em nossas escolas atualmente, chega até nós no 6º saber;
- E o 7º e último saber,nos fala de Ética. O que é Ética? Conseguimos trabalhar, ensinar, viver em comunidade e em família sem Ética?
Ficou o questionamento no ar, para que com a dúvida, pensemos mais em nossas atitudes.
Após todos comentários e aprendizagens, passamos à Partilha das Práticas de cada um:
A maioria dos cursistas só aplicaram uma atividade devido às provas bimestrais que chegaram com o encerramento do bimestre. Muitos aplicaram a atividade de definição do que é trabalho ( avançando na prática pág.31, TP3). Fizeram o jogo com os alunos e pelo visto, foi muito bom. Houve a participação da maioria deles.
Alguns cursistas fizeram o avançando na prática das várias versões da Fábula A cigarra e a formiga (pág. 41 TP 3), este já foi tido como um pouco dificultoso para os alunos, já que eles ainda não estão acostumados a desenvolver trabalhos desse tipo.
Outros aplicaram ainda o avançando da Biografia (pág. 25 TP3), este foi um sucesso! Devido ao fato de ser bem na época do Aniversário da cidade, os alunos entrevistaram antigos moradores que relataram a ´bonita história de um município oriundo de um assentamento e todo o sofrimento vivido por muitos. Foram entrevistados também funcionários da escola, coordenadores, professores...
Alguns cursistas fizeram atividades das Unid. 11 e 12, o jogo de decrição de um objeto(pág. 109 TP3), por exemplo. Relataram que os alunos gostaram muito dessa atividade, participaram bastante e surpreenderam colgas e os próprio professores.
Pelo entusiasmo dos cursistas ao relatar as atividades, posso crer que o Gestar tem surtido efeito. Pois que os alunos ficam esperando quando vai ter atividade do Gestar novamente. Isso é sinal que os caminhos apontados por nós estão levando a um lugar seguro.
Fiquei feliz com o andamento dos trabalhos!
Algumas fotos das atividades dos alunos:
Encerramos nosso encontro com o compromisso de nos encontrarmos para a Oficina Livre, dia 05/05/2011.
Até a próxima.
ANDREA ARAUJO
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